sexta-feira, 26 de junho de 2009

O Clube Dos Cinco - Breakfast Club


Algumas pessoas questionam o fato “O Clube Dos Cinco” ser considerado um clássico dos cinemas. Esse filme simplesmente foi um marco, mostrando uma história de adolescentes sem exageros e apelações se tornando cult a ponto de passar a evidenciar Hughes, um nome que a partir de então passaria a ser acompanhado de perto e que conseqüentemente em seguida faria Curtindo a Vida Adoidado e mais tarde, já na década de 90 "Esqueceram de Mim".
“Clube dos Cinco” é um filme que aposta mais em diálogos inteligentes que ação, uma trilha sonora especial com o clássico “Don’t You Forget About Me “ do Simple Mids composta exclusivamente para o filme.
A história é simples, mostra cinco adolescentes que são punidos por cometerem pequenos delitos na escola e que por este motivo são obrigados a irem para detenção.

Neste grupo teremos a rainha da escola Claire Standish (Molly Ringwald) a popular, patricinha-mimada, arrogante e esnobe, o também popular esportista Andrew Clark (Emilio Estevez), "O cérebro", Brian Johnson (Anthony Michael), o rebelde (com causa) John Bender (Judd Nelson) e a estranha Allison Reynolds (Ally Sheedy).
O ponto chave da história é a relação que esses jovens irão estabelecer passando um dia juntos e os dilemas que cada um carrega dentro de si onde verdades serão reveladas, sentimentos verbalizados e cada um terá sua vez de brilhar.
A cena onde os jovens estão sentados no chão em circulo e que acabam por revelar o motivo de suas detençoes não tinha falas no roteiro e o diretor autorizou os atores que falasse o que quisessem.
Vale destacar que Molly Ringwald nesta época era o ídolo dos adolescentes, sendo estrela em outros filmes voltado para o público jovem como Gatinhas e Gatões, A garota de rosa-shocking. Originalmente, Emilio Estevez foi contratado para interpretar o personagem John Bender. Mas, como John Hughes não conseguiu encontrar o ator ideal para interpretar Andrew Clark, ele terminou por convencer Estevez a trocar de personagem dentro do filme.

Este é o 2º de 3 filmes em que o diretor John Hughes e o ator Anthony Michael Hall trabalharam juntos. Os demais foram Gatinhas e Gatões (1984) e Mulher Nota 1000 (1985).
O roteiro do filme The Breakfast club foi escrito em apenas dois dias por John Hughes, de 4 a 5 de julho de 1982.
Acho que só quem foi jovem naquela época entende o porquê do filme ser tão bom. Esse eu indico de coração, porque ele me fez sentir saudade ...

Trilha Sonora Completa de O Clube Dos Cinco - Breakfast Club para quem estiver interessado no Download.

The Breakfast Club Original Motion Picture Soundtrack.rar

1. "Don't You (Forget About Me)" – Simple Minds
2. "Waiting" – E.G. Daily
3. "Fire in the Twilight" – Wang Chung
4. "I'm the Dude" (instrumental) – Keith Forsey
5. "Heart Too Hot to Hold" – Jesse Johnson, Stephanie Spruill
6. "Dream Montage" (instrumental) – Keith Forsey
7. "We Are Not Alone" – Karla DeVito
8. "Reggae"(instrumental) – Keith Forsey
9. "Didn't I Tell You?" – Joyce Kennedy
10. "Love Theme" (instrumental) – Keith Forsey

Abaixo o link somente da música “Don’t You Forget About Me “ do Simple Mids para quem estiver interessado no Download.

Simple Minds - Don't You Forget About Me (Extended Mix).mp3

Esse post teve que ser ilustrar com dois vídeos, ele pedia música original Don’t You Forget About Me - Simple Mids.




quinta-feira, 25 de junho de 2009

Gilda


Gilda de é meu film noir preferido nele temos todos os ingredientes básicos que fazem partes deste estilo clássico. Temos la femme fatale causadora das desgraças que podem pairar sobre a vida dos homens que por ela se apaixonam, a personagem Gilda ( Rita Hayworth)
. O homem oprimido, vitimizado pelo pós-guerra, que luta contra
dilemas de um mundo contemporâneo, Johnny Farrell (Glenn Ford). Uma Argentina da década de 40 cercada de cassinos clandestinos, pessoas de índole duvidosas, vilões e um emaranhado de mistérios que povoam o ar dos personagens. Além de muita sensualidade vinda de todos os lados.
Essa é a marca do filme Gilda, que foi considerado um dos mais eróticos já feitos por Hollywood e bastante ousado para a censura dos anos 40. Prova disso é o strip-tease extraordinariamente sensual envolvendo apenas a retirada das luvas de veludo que vão até os cotovelos de Gilda.
A história se baseia em um triângulo amoroso extremamente perigoso envolvendo uma

ex-cantora de cabaré, vivida por Hayworth, mulher extremamente linda, sensual, charmosa e de personalidade impar. O misterioso dono de um cassino, Ballin Mundson (George Macready) e seu braço-direito e gerente(Glenn Ford).
Ballin resolve fazer uma viagem e retorna casado com Gilda que no passado se envolvera amorosamente com Johnny Farrel levando o rapaz ao verdadeiro tormento.
Como todas as característica de um film noir, Johnny Farrell procura a todo o momento mostrar que mulheres (especificamente Gilda) são seres danosos a vida dos homens empregando em vários momentos frases que possam mostra a Gilda que ela não passa de uma erva daninha e que assim como destruiu sua vida, fará o mesmo com Ballin Mundson.

Johnny Farrel quando indagado sobre o que achava da união entre Ballin e Gilda responde com desprezo:
As estatísticas comprovam que existem mais mulheres no mundo do que qualquer outra coisa..." dispara o herói cinicamente, acrescentando, com peculiar aversão, “exceto insetos!
Outra frase que mostra o total desprezo/amor/paixão/ódio de Johnny Farrel a Gilda se aplica quando ele a tranca em um hotel e diz “Reflita sobre seus pecados”. Como se somente ela, fosse responsabilizada por todos os males que cercavam os personagens da trama.
A personagem Gilda foi criada especialmente para Rita Hayworth. Ainda assim a atriz inicialmente não queria interpretar a personagem, apenas aceitando-a após o roteiro ser alterado de forma a valorizar sua presença.
Rita Hayworth foi dublada por Anita Ellis na cena em que canta no clube noturno.
Gilda é um filme impecável, mas nem por isso foi agraciado com premiações quando

lançado, porém conseguiu muito mais que vários outros filmes, eternizou Rita Hayworth e o diretor Charles Vidor depois deles “nunca houve mulher como Gilda”.
Dificil para mim será escolher apenas um único vídeo para ilustrar o filme em que Rita Hayworth está mais bonita...
Deixo o filme em RMVB para quem interessar

Download do Filme Gilda:
GILDA.rar



terça-feira, 23 de junho de 2009

Levada da Breca - Bringing up Baby


Levada da Breca foi um filme que não teve muita sorte quando lançado em 1938, foi um fracasso de bilheteria e levou a demissão do diretor Howard Hawks dos estúdios da RKO. Até Katharine Hepburn passou por poucas e boas, foi obrigada a rescindir seu contrato com a empresa.
“Bringing Up Baby” porem, é simplesmente uma das melhores comédias que já assisti, a atuação de Katharine Hepburn e Cary Grant é uma combinação perfeita onde só temos a ganhar.
O filme conta a história de um paleontólogo extremamente desligado e desajeitado Dr. David Huxley vivido por (Cary Grant) e de uma herdeira milionária, maluca, desajeitada e muito mimada Susan Vance (Katharine Hepburn) cuja o animalzinho de estimação é um leopardo, ( que ela jura ter vindo do Brasil).

A história dos dois desajeitados se cruza quando
Dr. David vai ao encontro de um importante advogado para tentar por meio deste conseguir o patrocínio de um milhão de dólares para suas pesquisas. O Paleontólogo então marca um jogo de golfe com Alexander Peabody (George Irving) advogado que poderá permitir por meio de sua influência conseguir o capital que o Doutor precisa para dar continuidade ao seu trabalho.
Só que logo ao chegar ao campo de golfe David conhece a desastrada Susan, que o atrapalha em seu jogo e ainda destrói seu carro no estacionamento.
Como se não bastasse, David marca um encontro com o poderoso advogado em um restaurante, porém, quando chega ao local logo de imediato esbarra com o furacão chamado Susan, que mais uma vez lhe causa um série de embaraços.
Susan começa a se interessar pelo paleontólogo, porém o mesmo está de casamento marcado com sua assistente. Ela então inicia um plano muito divertido para fazer com que Dr. David caia em suas garras valendo-se de Baby o leopardo de estimação que ganhara do irmão.
Muito esperta Susan consegue convencer David a ajudá-la a levar Baby para

Connecticut. A trajetória dessa viajem é muito divertida, com os dois atrapalhados vivendo momentos hilariantes como David vestido com a camisola de Susan e sendo apresentado para sua tia milionária como um brasileiro amigo de seu irmão, que sofre de colapso nervoso e que veio passar férias na residência da família para relaxar.
Muito divertido também é ver o cachorro da tia de Susan enterrando clavícula intercostal do brontossauro que David havia ganhado de presente no quintal da propriedade da família.
Pra finalizar vale destacar que Levada da Breca foi o ápice das comédias escrachadas, foi primeiro de um contrato de seis filmes que Haward Hawks fez com a RKOwm 1937.
O filme sofreu forte críticas e quase foi censurado devido à cena onde Cary Grant está vestido com uma camisola de plumas e num ataque de nervos causado pelas maluquices de Susan diz para tia da moça eu: “sou GAY, por isso estou vestido assim.”
Essa foi a primeira vez que esse termo foi usado no cinema, levando ao escândalo. Para os críticos a procura do Dr. David pelo osso enterrado no quintal de Susan, foi nada mais nada menos que uma referência a procura de sua masculinidade perdida.

Os críticos podem ter odiado o filme, as platéias podem ter passado longe dos cinemas, o Oscar pode não tê-lo favorecido na época, mas Levada Da Breca riu por último dos seus detratores. Continua sendo uma das obras-primas de espirituosidade em celulóide.
Esse filme pode ser encontrado no blog CARIOCA BAIXE AQUI no formato RMVB ou
DOWNLOADS DO FILME FORNECIDO POR SONIA SSRJ 4SHAREAD
Levada da Breca - Bringing Up Baby (1938) DVDRip by SSRJ.rar



sexta-feira, 19 de junho de 2009

Confissão - Dead Reckoning


Confissão (Dead Reckoning) de 1947 é um filme caracterizado como noir por trabalhar o universo de um homem oprimido, vitimizado pelo pós-guerra, que luta contra dilemas de um mundo contemporâneo. Os personagens desse estilo de filmes estão em sua maioria ligados a histórias cercadas por crimes e mistérios além de mentiras e traições onde as mulheres significam uma séria ameaça as crenças e convicções de certo e errado. O herói noir é marcado pela afirmação heterossexual, onde o personagem principal é viril, mas vê na mulher o perigo da femmes fatale.
Os personagens principais deste estilo de filme estão sempre envolvidos num mundo cínico e antipático.
Um das características dos filmes noir é o fato de estarem cercados por dramas inteligentes e austeros permeados por niilismo, desconfiança, paranóia e cinismo, em ambientes realistas urbanos e utilizando-se de técnicas como narração confessional ou movimentos de câmera com o ponto-de-vista do herói.

Dentro deste contexto o diretor John Cromwell criou no filme Confissão o intrigante personagem do herói-noir capitão Rip Murdock (Humphrey Bogart), recém chegado da Segunda Guerra juntamente com seu amigo o sargento Johnny Drake (William Prince). Murdock descobre que seu companheiro de batalha está envolvido em um crime e que o mesmo desaparecera sem deixar pistas. Disposto a descobrir o mistério que permeiam o passado de seu fiel amigo o capitão Rip terá que enveredar por um mundo cheio de pessoas inescrupulosas e muito mistério, alem da charmosa e intrigante Coral Chandler (Lizabeth Scott), uma antiga cantora de cabaré que agora encontra-se viúva de um milionário.
Em meio as suas investigações Rip descobre que seu amigo no passado se envolvera com a cantora, e logo começa a julgá-la e se empenha especialmente em denegrir a imagem da misteriosa mulher pela qual Johnny estava apaixonado.
O capitão Murdock, porém acaba se envolvendo com a femmes fatale e ex cantora de cabaré cuja os cabelos cheiram a jasmim, enveredando por um caminho que ele mesmo não imagina onde pode chegar.

Os filmes noir são característicos das décadas de 1940 e 1950 "período clássico" deste estilo. Alguns historiadores do cinema consideram Stranger on the Third Floor (1940) como o primeiro film noir genuíno.. Touch of Evil (1958), de Orson Welles é comumente citado como o último filme do período clássico.
Outra característica do noir é o fato de serem películas produzidas especificamente em preto e branco.
Considero meus preferidos dentro deste leque os seguintes filmes: "Gilda"(1946), "À Beira do Abismo" "The Big Sleep" (1946) e "Foragidos da Noite" "Night And The " - (1950)". Lógico que existem muitas outras pérolas deste estilo que vale a pena serem descobertas...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Lee Wiley


Já faz uns dois anos que assisti um certo episódio do seriado "Cold Case" a história se passava na década de 50 e como sempre o fundo musical era impecável. Lembro-me que a música era de uma cantora com voz apaixonante e que lembrava muito Billie Holiday, mas eu sabia não se tratar de Billie pois tenho praticamente toda a discografia da mesma. Imediatamente comecei minha procura pela internet atrás da tal cantora desconhecida. Comecei a digitando pequenos trechos da canção que ouvi no filme que ficaram guardados em minha memória.
Descobri que a cantora desconhecida que eu tanto apreciei ouvir era nada mais nada menos que Lee Wiley. Fiquei tão perturbada e emocionada com a voz de Wiley que simplesmente passei a noite vendo e ouvindo os vídeos disponíveis da mesma no you tube.
Para quem não sabe, Lee Wiley foi uma cantora americana de jazz, muito popular nos anos 1930, 40 e 50.
Cantou na famosa orquestra de Paul Whiteman e com a famosa banda de swing Casa Loma Orchestra. Escreveu inúmeras letras para as composições de Victor Young, dentre as quais “Got The South In My Soul” e “Anytime, Anyday, Anywhere”, que, nos anos 50, seria um hit de R&B.
Eu possuo o CD Night in Manhattan que é maravilhoso, particularmente
gosto muito da música carro chefe, Manhattan assim como Street of Dreams e Sugar.
Presenteio aqueles que me acompanham nesse blog com um vídeo divino de Lee Wiley.
Desfrutem essa pérola e espero que assim como eu, vocês sejam contaminados por essa voz sensual, meio sussurrada, com um timbre intimista e lírico, sempre com interpretações sofisticadas.
Disponibilizo o DOWNLOADS DO CD Night in Manhattan para quem interessar, link abaixo.


DOWNLOADS DO CD Night in Manhattan
Lee Wiley.rar



terça-feira, 16 de junho de 2009

O Pecado Mora ao Lado - "The Seven Year Itch"


Inicia-se um ritual em Nova York, mais especificamente em Manhattan, onde milhares de homens despendem-se de suas famílias, para que essas possam desfrutar as férias de verão no norte e escaparem do calor da cidade. Enquanto isso os homens levam suas vidas livres, leves e soltos na pratica da "caça e peca". Assim também acontecesse com Richard Sherman (Tom Ewell) que vê sua família indo passar férias fora permitindo que ele possa ter a oportunidade de “respirar” ares novos, sem o controle da esposa.
Em sua primeira noite de solidão, Richard depara-se com uma nova vizinha, a garota do andar de cima, Marilyn Monroe (que está mais linda do que nunca nesse filme).
Ambos iniciam uma “amizade” que vai mexer com os hormônios do senhor Sherman já que a tentação da infidelidade vai bater a sua porta.

O filme mexe com a inteligência do público na medida em que coloca algumas brincadeiras demasiadamente divertidas. Exemplo disso é o manuscrito que Richard tenta ler para publicar em sua primeira noite sem sua esposa, com um titulo título bem sugestivo “Instinto reprimido do homem”.
Outra brincadeira muito divertida do diretor Billy Wilder são os delírios de Richard, onde ele sonha estar vivendo uma cena do filme “ A Um Passo da Eternidade”.
Muito divertido também é quando Richard se olha no espelho e acredita ser o próprio "Retrato de Dorian Gray” um personagem da literatura irlandesa devasso e que leva ao questionamento dos valores morais.
No Brasil a tradução do título do filme não foi das melhores "The Seven Year Itch" seria , "A Coceira do Sétimo Ano". Uma referência ao sétimo ano após o casamento, quando os maridos sentem geralmente uma forte vontade de cometer adultério, o que acaba resultando em divórcio.

Outro erro de adaptação no titulo para o nosso país consiste no fato de o pecado não morar ao lado de Richard, e sim em cima, no segundo andar.
Uma curiosidade que muitos não notaram é que o personagem de Marilyn não tem um nome. No filme só existe referências ao personagem de MM como a garota vizinha, a moça do andar de cima.
Segundo consta, o Pecado Mora ao Lado sofreu varias censuras, a cena clássica do vestido de Marilyn levantando-se com a brisa do metro foi editada para que a calcinha da atriz não aparecesse.

"The Seven Year Itch" quando lançado, causou muita polêmica e o filme quase foi censurado por abordar o adultério como algo banal e exibir muita sensualidade nas telas dos cinemas.
O que podemos dizer sobre o trabalho de Billy Wilder neste filme é que foi simplesmente genial, com um roteiro inteligente com piadas sutis, que não subestimam a capacidade intelectual dos espectadores e um elenco divino.
Vele destacar que Marilyn estava no auge da fama e conseqüentemente da sua sensualidade e glamour beleza .
O casamento da atriz Marilyn Monroe e do astro de baseball Joe DiMaggio chegou ao fim durante as filmagens de O Pecado Mora ao Lado. DiMaggio era extremamente ciumento e segundo consta agrediu fisicamente a atriz várias vezes mas foi o único homem que amou MM verdadeiramente. Joe esperava que MM se tornasse numa mãe e dona de casa exemplar, ele detestava Hollywood, Marilyn não sabia nada de baseball e Hollywood era a sua vida..(outro dia falo mais da vida de Marilyn)
Esta foi a primeira vez que a atriz Marilyn Monroe trabalhou com o diretor Billy Wilder. Ambos se encontraram novamente nos sets de filmagens em Quanto Mais Quente Melhor (1959)

Downloads do Filme no Formato RMVB

o pecado mora ao lado.part1.rar
o pecado mora ao lado.part2.rar
o pecado mora ao lado.part3.rar
o pecado mora ao lado.part4.rar

Senha para descompactar se necessário:
http://farra.clickforuns.net



segunda-feira, 15 de junho de 2009

Rita Hayworth por Caetano Veloso


Resolvi colocar um vídeo que amo muito de Caetano Veloso, onde o mesmo faz uma homenagem a minha deusa Rita Hayworth.
O vídeo tem mais imagens de Ava Gardner em “A Condessa Descalça, mas há uma explicaçãopara isso: Ava interpreta Maria Vargas, uma dançarina espanhola que se torna um grande sucesso de Hollywood mas se vê às voltas com os inconvenientes da fama e que se casa com nobre italiano, o Conde Vincenzo Torlato-Favrini. A história do filme dizem ser inspirado na vida de Rita Hayworth. Filha de pai espanhol, a atriz dançava flamenco profissionalmente desde os 12 anos de idade e se tornou a primeira princesa de Hollywood ao se casar com o príncipe islâmico Ali Khan.

Aí está a letra da música de Caetano

“Amei tantos anos a Gilda cantando e dançando na chuva.
O mundo do cinema às vezes me salva do caos que quase me traga.
Da noite que não se apaga.
O mundo do cinema acalma o coração quase sem luz
Com seus raios seduz…
Es heroína mais pura da alma…

Amei tantos anos a Ava e todas as Evas que ela encarnava
Mulheres de bocas tão vermelhas.
Mulheres de Olhos de ressaca…
Com suas luas de papel…
Com suas ilhas de pirata…
E melodias de Sinatra…
Amei tanto anos a Gilda cantando e dançando na chuva….
O mundo do cinema às vezes me salva.”